MINHA EXPERIÊNCIA COM A CONCHA PARA SEIOS PROCTERMILK

Antes de contar sobre minha experiência com a Concha para seios Proctermilk, vou me apresentar : meu nome é Thania Siqueira Lazzari e dei à luz recentemente ao meu primeiro filho, que se chama Bernardo e vai fazer dois  meses. Portanto, sou mãe de primeira viagem.

Decidi dividir minha história com você por que durante a gestação, de um modo geral, as mulheres não têm o hábito de contar qual é a verdadeira realidade do que acontece durante e após a gravidez.  Pra mim, por exemplo, tudo era muito novo, fui aprendendo durante a gravidez e depois que o Bernardo nasceu.  E como cuidar dos seios logo após o parto foi a parte mais dolorosa e que tive maior  dificuldade para lidar. Então, achei legal contar minha experiência para que outras mães não precisem sofrer por falta de conhecimento ou orientação adequada quando chegar o momento de amamentar.

Vamos lá! Um mês antes do Bernardo nascer, um primo me deu vários presentes e um deles foi a Concha para seios Proctermilk, que eu conhecia vagamente como concha, mas nunca tinha ouvido falar de alguém que já tinha usado. Minha irmã já tinha tido bebê, mas não usou a concha, e minhas amigas, meu ginecologista, ou qualquer outro médico, incluindo o pediatra, nunca me falaram sobre esse produto ou fizeram qualquer tipo de orientação sobre seu uso. Então, simplesmente tirei da caixinha e guardei no guarda roupas do bebê com zero pretensão de usar. Na verdade, para ser sincera, achei aquilo um “trambolho”. Pensei: nossa! Isso vai me deixar toda deformada, não vou precisar disso! Então deixei a concha guardada, não esterilizei, não levei para a maternidade, não fiz nada! Na minha cabeça – e acho que na cabeça de toda mãe de primeira viagem, por uma questão cultural – a melhor opção era o absorvente de seio, por que era descartável, mais prático e não deixaria meu seio mais volumoso do que já estaria por conta da amamentação.

Finalmente chegou o dia de ir para a maternidade. O Bernardo nasceu na Pro Matre, em São Paulo, uma maternidade muito boa que conta com muitos especialistas. Eles têm um especialista só pra dar banho no bebê e um só pra orientar sobre amamentação. Lá eu conheci uma moça muito capacitada no assunto amamentação, ela me ensinou sobre o processo, como deveria ser o encaixe. Porém, nas primeiras oito horas depois do parto, meus seios já estavam muito ruins. Mesmo fazendo as massagens que meu ginecologista ensinou, passando toalha pros seios ficarem mais resistentes e menos sensíveis e blá, blá, blá…, passadas as primeiras oito horas eu não conseguia encostar nada neles. Estavam quentes e inchados por causa do leite e a cada mamada os bicos descamavam mais, foi uma situação bem complicada. Meu marido tinha que me ajudar a passar o creme nos bicos por que minha sensibilidade era tanta, que nem isso eu conseguia fazer sem morrer de dor. Eu me lembro que numa dessas vezes, enquanto ele passava o creme, saiu uma casca bem grande no seu dedo e ele me perguntou o que era aquilo, eu respondi que era um pedaço do meu seio que estava descascando.

Quando a moça que me orientou sobre o processo de amamentação viu minha situação, ela falou pra mim (ela usou exatamente essa expressão): “se eu fosse você, eu ficaria como uma índia”, com os seios nus. Não coloque nada, por que se você colocar o absorvente no seio, o leite vai grudar, secar e, na hora que você tirar, um pedaço do bico pode sair grudado no absorvente. E qualquer outra coisa que você colocar vai abafar o seio de deixá-lo ainda mais sensível, então não coloque nada.

Depois que ela me deu essa orientação, eu praticamente bloqueei todas as visitas que estava recebendo na maternidade, pois eu ficava o tempo todo com a blusa aberta para que meus seios pudessem ficar arejados. Só autorizei duas visitas nesse dia e uma delas foi de uma amiga que também sofreu muito na hora de amamentar, tanto que não conseguiu amamentar nem um dos dois filhos. Durante a visita ela me perguntou: “por que você não usa a concha?  Então perguntei: concha? O que é isso? E ela falou: aquele protetor para os seios! Foi aí que eu me lembrei do presente que tinha ganhado e que estava esquecido no fundo do guarda roupas. Ela fez toda uma propaganda, dizendo que o produto era incrível, que iria proteger meus seios, reter o excesso de leite, além de ajudar a formar o bico para o bebê mamar. Eu ouvi tudo o que ela disse mas não botei muita fé, tanto que nem pedi para alguém levar a concha pra mim na maternidade. E continuei sem nada até chegar em casa.

Já em casa, não dava mais pra ficar “como uma índia”, com os seios nus. Aí um dia eu abri o guarda roupas e, sem querer, vi a concha esquecida num canto e decidi usar. Jamais poderia imaginar que, nas próximas horas,  aquele presente se tornaria o melhor presente que eu poderia ter ganhado. As moças do hospital me disseram que nos primeiros quinze dias minha mama ficaria totalmente destruída e só depois se recuperaria. Mas não foi assim, eu sofri durante cinco dias – três na maternidade e dois em casa –, pois a partir do momento em que comecei a fazer uso da concha, minha pele cicatrizou muito rápido. A concha para seios Proctermilk é fantástica! Pena que os fabricantes não divulgam o produto dentro dos hospitais, incluindo a orientação sobre a forma de usar, para essas meninas que são especialistas em amamentação. Já que algumas delas atendem até em domicílio, ensinando as mães a amamentarem de forma correta por que, de fato, amamentar não é fácil.  Aliás, ainda falta muita informação sobre amamentação dentro dos hospitais e não deveria ser assim, já que é ali que as mães terão sua primeira experiência com a amamentação. No meu caso, por exemplo, depois que comecei a usar a concha, eu achava que tinha muito leite por que as conchas estavam sempre cheias do leite que vazava. Acredito que das poucas mães que devem usar a concha, a maioria pensa a mesma coisa, “eu tenho muito leite por que a concha está sempre cheia”. Mas isso é um engano e o que eu vou te contar a seguir prova isso.

Durante os primeiros dez dias depois que voltei pra casa, o Bernardo não parava de chorar e eu tinha certeza que era cólica. Mas, na verdade, era fome. Pra mim, foi muito difícil entender isso por que a concha estava sempre cheia e isso significava que eu tinha muito leite. Só que aí o pediatra me explicou que, às vezes, o músculo da mama é flácido e não consegue segurar o leite, então ele vaza na concha dando essa falsa impressão de abundância.

Mas depois de toda essa experiência que passei as coisas vão muito bem. O Bernardo está mais lindo e forte a cada dia. Eu aprendi com o sofrimento e é por isso que estou dividindo minha história com você e deixando algumas dicas:

•  coloque a concha para seios Proctermilk na mala que você levará para a maternidade;

•  use a concha logo nos primeiros dias;

•  não se iluda com a quantidade de leite no reservatório da concha, isso não significa que você tem muito leite. Converse com seu médico sobre esse assunto.

Ah! E se o pessoal da maternidade que você escolheu não conhecer o produto, ensine pra eles como usar, assim como eu ensinei pra você.

Por: Thania Siqueira Lazzari


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